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10.09.2009 | 14:53

Banco do Brasil (BBAS3) – Cumprindo projeções

Publicado na(s) categoria(s) Análises, Banco do Brasil, Espaço Aluno, por Aluno

A seguir a análise (revisão) da BBAS3 realizada pelo Fernando Maiola e enviada ao Espaço Aluno.

Seguindo uma ideia da leitora Érica Porfírio, minha análise de hoje será na forma de revisão de antigas análises enviadas ao Espaço Aluno. O ativo escolhido são as ações do Banco do Brasil, que acompanho há alguns meses e havia enviado algumas análises e comentários há alguns meses.

No pregão de ontem (9 de setembro) tais ações fecharam cotadas a R$ 27,44, uma valorização de 1,67%. Entre os meses de maio e julho a ação desenvolveu uma congestão com limites entre aproximadamente R$ 19,80 e R$ 22,50. Em 22 de maio enviei uma análise de médio prazo na qual destaquei a situação de indefinição e as possibilidades para os próximos períodos.

Dentre o que foi citado, ressalto a visão de médio prazo ao ter sugerido que a congestão enfrentada tinha grandes chances de ser uma base para posterior alta. Esta questão surgiu principalmente devido ao fato de, até aquele momento, a ação ter desenvolvido uma perna de alta bastante forte e esticada (mais de 60% em poucas semanas).

Na semana seguinte, atualizei a referida análise com este post citando características importantes sobre o estudo da análise técnica e de como utilizar informações tão complexas e objetivas. No final do post, citei as distorções que fatos corporativos provocaram no OBV da ação, bem como o valor que este indicador estaria caso tais distorções não houvessem acontecido. Está escrito, ali, que o preço “justo” pra ação naquele momento, para estar coerente com o OBV, seria na casa dos R$ 28,00. Pouco mais de 3 meses depois, este valor está sendo atingido, reforçando a ideia de médio prazo das análises.

Outra análise deste ativo foi feita após o pregão de 13 de julho, no qual destaquei que, apesar de estar em congestão, poderiam surgir ótimos pontos de entrada na ação naquela semana. Citei alguns suportes, inclusive, na casa dos R$ 20,10. A expectativa se confirmou e, de lá pra cá, já houve mais de 30% de alta.

Como complemento, destaco que agora a ação já se encontra numa região próxima ao seu topo histórico (R$ 30,00), o que aliado ao fato de ela estar numa alta vigorosa nos últimos meses deve proporcionar uma congestão nas próximas semanas. Somente com o tempo poderemos verificar a força do movimento daqui pra frente e sabermos se após essa congestão o movimento vai ser de alta, baixa ou mesmo uma lateralização de mais tempo. Vale ressaltar que ainda há cerca de 10% de espaço entre o patamar atual e a faixa de resistências próximas ao topo histórico, o que pode também ser um fator considerado para entrar na ação.

Para finalizar, gostaria de agradecer novamente ao Dalton pela oportunidade de aprendizado que é aberta com as publicações no Espaço Aluno.

Grando abraço,
Fernando Maiola

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