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14.05.2009 | 8:30

Banco do Brasil ON (BBAS3) – Em cima dos suportes e abaixo da EMA13

Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, por Dalton Vieira

A seguir a análise da BBAS3 realizada pelo Fernando Maiola e compartilhada conosco.

As ações ordinárias do Banco do Brasil fecharam o último pregão com uma desvalorização de 2,76%, a R$ 19,35. No gráfico semanal, a ação já está há alguns períodos desenvolvendo uma alta acima da EMA13, e agora está nos arredores da SMA65 após tê-la superado na última semana.

Na referida semana, inclusive, havia sido testado uma fortíssima resistência proporcionada pela máxima de uma das semanas do início da crise no final de setembro, porém não houve força compradora suficiente para sua superação. Neste tempo gráfico, as principais resistências são R$ 21,56 e R$ 22,87, enquanto os principais suportes e possíveis pontos de entrada são R$ 19,00, R$ 17,90, a EMA13 (atualmente a R$ 17,46) e a região que vai de R$ 16,82 a R$ 16,50.

No gráfico diário, vê-se que após alguns meses em uma grande congestão, o ativo iniciou uma perna de alta no dia 10 de março, superando a resistência da congestão a R$ 16,82 no dia 30 do mesmo mês. Essa perna teve duração total de 20 períodos, com uma valorização de 45%. Após isso, houve uma correção até o suporte em R$ 16,82 (retração de 38,2% de Fibonacci e antiga resistência da congestão), sendo que a alta seguinte superou o topo anterior e formou-se um pivô de alta clássico neste tempo gráfico.

O último pregão deixou um gap de baixa aberto aos R$ 19,90, além de ter fechado muito próximo à EMA13, que vem sendo um bom suporte desde o início da forte alta acima explicada. As principais resistências no diário são a do gap aberto citado anteriormente e a máxima deste movimento de alta recente, a R$ 21,51, tendo algumas resistências intermediárias.

Os suportes vão desde a antiga resistência em R$ 19,35 (justamente onde houve o fechamento do último pregão) até os R$ 17,60. Porém o principal suporte é o proporcionado pela antiga resistência que se tornou suporte a R$ 16,82, haja vista que ele já foi testado neste movimento de alta recente e não houve força vendedora para um fechamento abaixo dele. Além disso, a penetração neste suporte sinalizaria o fim da tendência de alta de médio prazo.

Sobre os indicadores técnicos, nenhum está favorável ao rompimento das resistências. Como exemplo, temos o MACD Histograma com barras descendentes e o OBV em uma pequena congestão. Ambos, porém, não acompanharam o rompimento do topo anterior quando o preço teve este comportamento, o que é um forte sinal de alerta.

Deve-se ter cautela e uma boa estratégia operacional montada para este ativo, pois dependendo do humor do mercado em geral pode-se ter um bom trade pela frente. Essa estratégia deve levar muito em conta os riscos envolvidos, inclusive com a definição de um bom stop para evitar prejuízos, bem como deve ter bem claros os objetivos com essa operação.

Grande Abraço,
Fernando Maiola

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