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19.03.2009 | 8:57

Banco do Brasil ON (BBAS3) – Saindo da congestão

Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, por Dalton Vieira


A seguir análise da BBAS3 realizada pelo Fernando Maiola.

O preço da ação ordinária do Banco do Brasil (BBAS3) fechou o pregão desta quarta-feira (18 de março) a R$ 15,51. O ativo se encontra numa pequena congestão há alguns meses, após o fundo em 21 de novembro e o rompimento da LTB em 6 de janeiro. Os limites da congestão afunilaram e ficaram mais bem definidos a partir de 15 de janeiro, quando estabeleceu-se uma resistência em R$ 14,68, e após 23 de janeiro quando chegou-se a um importante suporte em R$ 12,69. Desde então, vê-se que a média móvel de médio prazo utilizada (SMA 65) vem caminhando lateralmente como uma reta horizontal, o que também sinaliza que a ação está em momento de indefinição.

No pregão desta terça-feira (17 de março) a resistência mencionada acima foi superada, rompimento este confirmado no dia seguinte. Ambos os candles foram de alta forte e expressivos, havendo nesses dias volumes acima de média, o que dá consistência ao rompimento. Um sinal de alta também foi emitido com o cruzamento das médias móveis longa e curta, destacado no gráfico. Além disso, poucos dias antes, houve a superação das resistências proporcionadas pelas duas médias móveis (SMA 65 e EMA 13) e também pela LTB secundária (relativa ao movimento iniciado em 8 de dezembro). As próximas resistências principais estão em R$ 16,11 e R$ 17,01, sendo esta última a mais importante e mais forte, já que representa o valor mais alto alcançado desde o estouro da crise (quando fundos/suportes mais fortes foram atingidos).

Outro fator que aponta para um cenário de alta no curto a médio prazo é o indicador OBV, que vem apresentando topos e fundos ascendentes. Além disso, ele já sinalizou o rompimento da resistência (no preço) situada em R$ 17,01, sendo que a resistência no indicador que equivalia a esse topo foi testada várias vezes desde então (Dezembro). A resistência no indicador não somente foi ultrapassada como já houve oscilações sobre ela, sem haver fechamento abaixo dela.

O IFR está numa região próxima da sobrecomprada, o que indica que o atual movimento de alta já está bem esticado (20% de alta em 12 períodos). Isso pode provocar uma realização de lucros no curto prazo e trazer o preço da ação para a EMA 13 (atualmente em R$ 14,34), que funcionará como suporte e um bom ponto de entrada. Deve-se ficar atento, porém, ao mercado como um todo, pois quedas mais expressivas no IBOV e/ou no mercado externo podem anular essas sinalizações positivas, trazendo o ativo de volta para os limites da congestão citados anteriormente.

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