28.04.2009 | 18:20
Banco do Brasil ON (BBAS3) – Sinal de baixa no diário
Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, por Dalton Vieira
A seguir a análise do Fernando Maiola enviada ao blog.
As ações do Banco do Brasil fecharam o pregão desta segunda-feira (27/04) em baixa de 2,58%, a R$ 18,12. No momento o preço mantém-se em tendência de alta de curto e médio prazos, porém as baixas ocorridas nos últimos pregões podem estar sinalizando uma correção após uma valorização de cerca de 45% desde o início de março.
No gráfico semanal, vemos um afunilamento entre as 2 médias móveis, a SMA 65 (R$ 19,77) e a EMA 13. O ativo vem encontrando grande dificuldade para superar a casa dos R$ 19,10, sendo este um valor já muito próximo da SMA65, que pode ser testada em breve caso a resistência imediata citada seja ultrapassada. Já a EMA 13 (R$ 16,57) encontra-se próxima de um forte suporte de curto prazo, na faixa dos R$ 16,40, o qual foi testado nas últimas semanas (inclusive na semana que houve um fortíssimo candle de baixa) e não houve força vendedora suficiente para um fechamento abaixo dele. Na pequena congestão que vem se formando nas últimas 4 semanas, vale ressaltar que a semana de baixa teve volume altíssimo e as semanas seguintes, de alta, vêm apresentando volume decrescente.
No gráfico diário, a ação se sustenta sobre uma LTA e sobre a EMA 13, que vem funcionando como suporte. Assim como no semanal, a maior dificuldade tem sido superar os R$ 19,10. O candle da última sexta-feira configurou uma Shooting Star – padrão de reversão de baixa – que foi confirmada na segunda-feira, já com um fechamento próximo aos suportes imediatos. A maior probabilidade agora é de que haja um teste do suporte em R$ 17,50 (GAP de alta) e da faixa que vai até os R$ 16,43 (antiga resistência que se tornou um suporte recente já testado e não penetrado).
Analisando o indicador OBV, vê-se que este sinalizou a perda deste último suporte, porém esta sinalização foi rapidamente anulada, trazendo coerência entre o indicador e o preço. Já o Histograma MACD está com barras descendentes, reforçando a probabilidade de que ocorra uma nova mínima nos próximos pregões.
Quedas abaixo de R$ 16,43 no curto a médio prazo anulariam a tendência de alta recente e configurariam uma congestão ou tendência de baixa de curto prazo, portanto deve-se ficar muito atento em possíveis entradas nesta ação ou caso já se esteja comprado nela.







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