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Banco do Brasil

28.05.2009 | 23:47

Banco do Brasil (BBAS3) – OBV apoiando forte alta

Publicado na(s) categoria(s) Análises, Banco do Brasil, Espaço Aluno, por Aluno

A seguir a análise da BBAS3 realizada pelo Fernando Maiola e enviada ao Espaço Aluno.

No pregão desta quinta-feira (28/05) as ações do Banco do Brasil fecharam a R$ 21,55 , o que representou uma valorização de 2,62%. Na análise anterior deste ativo, relativa à semana passada, foram citados alguns pontos que sugeriam uma indefinição no curto prazo, com um forte ponto positivo que era a sustentação acima da EMA13. Durante esta semana houve um movimento de alta até as principais resistências da ação, sendo que no último pregão houve a superação da principal resistência de médio prazo. Porém o fechamento foi poucos centavos acima, o que torna mais válido dizer que o fechamento foi em cima da resistência do que aceitar o fato de ela foi efetivamente superada.
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22.05.2009 | 14:12

Banco do Brasil (BBAS3) – Se segurando acima da EMA13

Publicado na(s) categoria(s) Análises, Banco do Brasil, Espaço Aluno, por Aluno

A seguir a análise da BBAS3 realizada pelo Fernando Maiola e enviada ao Espaço Aluno.

BBAS3_S_20090522As ações ordinárias do Banco do Brasil fecharam o último pregão (22/05) em baixa de 0,74%, a R$ 20,20, fechando a semana em alta de 2,33%. Na última semana houve a formação de um martelo invertido, um padrão de reversão dos candles que necessita de confirmação (um fechamento abaixo de R$ 19,95), formação esta que ocorreu após o teste de uma forte resistência em R$ 21,50 seguido de grande força vendedora que trouxe a ação ao nível próximo da mínima da semana.
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15.05.2009 | 16:00

Banco do Brasil ON (BBAS3) – Sinal de alta no suporte (vídeo)

Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, Vídeo Análises, por Dalton Vieira


Na vídeo analise da BBAS3 após o pregão da quinta-feira, dia 14, faço a leitura dos gráficos mensal, semanal e diário, destacando o engolfo de alta – padrão de alta dos candles – em cima do suporte em 19,35. Além disso, menciono que o indicador OBV – On Balance Volume – até o momento não está apoiando a superação dos 19,35, bem como dos 20,00.

Nota: Para assistir ao vídeo clique na figura ao lado, aguarde o download na nova janela e depois clique no play. Pressione F11 (tela cheia do navegador) para assistir ao vídeo e repita o procedimento após o término do mesmo.

14.05.2009 | 8:30

Banco do Brasil ON (BBAS3) – Em cima dos suportes e abaixo da EMA13

Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, por Dalton Vieira

A seguir a análise da BBAS3 realizada pelo Fernando Maiola e compartilhada conosco.

As ações ordinárias do Banco do Brasil fecharam o último pregão com uma desvalorização de 2,76%, a R$ 19,35. No gráfico semanal, a ação já está há alguns períodos desenvolvendo uma alta acima da EMA13, e agora está nos arredores da SMA65 após tê-la superado na última semana.

Na referida semana, inclusive, havia sido testado uma fortíssima resistência proporcionada pela máxima de uma das semanas do início da crise no final de setembro, porém não houve força compradora suficiente para sua superação. Neste tempo gráfico, as principais resistências são R$ 21,56 e R$ 22,87, enquanto os principais suportes e possíveis pontos de entrada são R$ 19,00, R$ 17,90, a EMA13 (atualmente a R$ 17,46) e a região que vai de R$ 16,82 a R$ 16,50.

No gráfico diário, vê-se que após alguns meses em uma grande congestão, o ativo iniciou uma perna de alta no dia 10 de março, superando a resistência da congestão a R$ 16,82 no dia 30 do mesmo mês. Essa perna teve duração total de 20 períodos, com uma valorização de 45%. Após isso, houve uma correção até o suporte em R$ 16,82 (retração de 38,2% de Fibonacci e antiga resistência da congestão), sendo que a alta seguinte superou o topo anterior e formou-se um pivô de alta clássico neste tempo gráfico.

O último pregão deixou um gap de baixa aberto aos R$ 19,90, além de ter fechado muito próximo à EMA13, que vem sendo um bom suporte desde o início da forte alta acima explicada. As principais resistências no diário são a do gap aberto citado anteriormente e a máxima deste movimento de alta recente, a R$ 21,51, tendo algumas resistências intermediárias.

Os suportes vão desde a antiga resistência em R$ 19,35 (justamente onde houve o fechamento do último pregão) até os R$ 17,60. Porém o principal suporte é o proporcionado pela antiga resistência que se tornou suporte a R$ 16,82, haja vista que ele já foi testado neste movimento de alta recente e não houve força vendedora para um fechamento abaixo dele. Além disso, a penetração neste suporte sinalizaria o fim da tendência de alta de médio prazo.

Sobre os indicadores técnicos, nenhum está favorável ao rompimento das resistências. Como exemplo, temos o MACD Histograma com barras descendentes e o OBV em uma pequena congestão. Ambos, porém, não acompanharam o rompimento do topo anterior quando o preço teve este comportamento, o que é um forte sinal de alerta.

Deve-se ter cautela e uma boa estratégia operacional montada para este ativo, pois dependendo do humor do mercado em geral pode-se ter um bom trade pela frente. Essa estratégia deve levar muito em conta os riscos envolvidos, inclusive com a definição de um bom stop para evitar prejuízos, bem como deve ter bem claros os objetivos com essa operação.

Grande Abraço,
Fernando Maiola

30.04.2009 | 16:00

Banco do Brasil ON (BBAS3) – Na faixa de resistência (vídeo)

Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, Fluxo dos Investidores, Vídeo Análises, por Dalton Vieira

Na vídeo analise da BBAS3 após o pregão da quarta-feira, dia 29, faço a leitura dos gráficos mensal, semanal e diário, destacando a chegada da ação na faixa de resistência que vai de 19,10 a 19,35, onde pode ocorrer uma pressão vendedora devido ao sinal negativo do OBV – On Balance Volume.

Nota: Para assistir ao vídeo clique na figura ao lado, aguarde o download na nova janela e depois clique no play. Pressione F11 (tela cheia do navegador) para assistir ao vídeo e repita o procedimento após o término do mesmo.

28.04.2009 | 18:20

Banco do Brasil ON (BBAS3) – Sinal de baixa no diário

Publicado na(s) categoria(s) Banco do Brasil, por Dalton Vieira


A seguir a análise do Fernando Maiola enviada ao blog.

As ações do Banco do Brasil fecharam o pregão desta segunda-feira (27/04) em baixa de 2,58%, a R$ 18,12. No momento o preço mantém-se em tendência de alta de curto e médio prazos, porém as baixas ocorridas nos últimos pregões podem estar sinalizando uma correção após uma valorização de cerca de 45% desde o início de março.

No gráfico semanal, vemos um afunilamento entre as 2 médias móveis, a SMA 65 (R$ 19,77) e a EMA 13. O ativo vem encontrando grande dificuldade para superar a casa dos R$ 19,10, sendo este um valor já muito próximo da SMA65, que pode ser testada em breve caso a resistência imediata citada seja ultrapassada. Já a EMA 13 (R$ 16,57) encontra-se próxima de um forte suporte de curto prazo, na faixa dos R$ 16,40, o qual foi testado nas últimas semanas (inclusive na semana que houve um fortíssimo candle de baixa) e não houve força vendedora suficiente para um fechamento abaixo dele. Na pequena congestão que vem se formando nas últimas 4 semanas, vale ressaltar que a semana de baixa teve volume altíssimo e as semanas seguintes, de alta, vêm apresentando volume decrescente.

No gráfico diário, a ação se sustenta sobre uma LTA e sobre a EMA 13, que vem funcionando como suporte. Assim como no semanal, a maior dificuldade tem sido superar os R$ 19,10. O candle da última sexta-feira configurou uma Shooting Star – padrão de reversão de baixa – que foi confirmada na segunda-feira, já com um fechamento próximo aos suportes imediatos. A maior probabilidade agora é de que haja um teste do suporte em R$ 17,50 (GAP de alta) e da faixa que vai até os R$ 16,43 (antiga resistência que se tornou um suporte recente já testado e não penetrado).

Analisando o indicador OBV, vê-se que este sinalizou a perda deste último suporte, porém esta sinalização foi rapidamente anulada, trazendo coerência entre o indicador e o preço. Já o Histograma MACD está com barras descendentes, reforçando a probabilidade de que ocorra uma nova mínima nos próximos pregões.

Quedas abaixo de R$ 16,43 no curto a médio prazo anulariam a tendência de alta recente e configurariam uma congestão ou tendência de baixa de curto prazo, portanto deve-se ficar muito atento em possíveis entradas nesta ação ou caso já se esteja comprado nela.

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