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Ibovespa

31.01.2008 | 0:25

Investidores Estrangeiros – Redução nas vendas

Publicado na(s) categoria(s) Fluxo dos Investidores, Ibovespa, por Dalton Vieira

O saldo dos investidores estrangeiros (SIE) demonstrou uma desaceleração nas vendas. O SIE fechou a semana (21 a 24/01) novamente negativo em R$ 692,25 milhões, representando apenas 1/3 do volume de vendas da semana anterior (14 a 18/01). Observe no gráfico abaixo que esta redução gerou uma divergência de alta entre o SIE e o Ibovespa.


Este divergência de alta foi confirmada nos 03 primeiros dias desta semana com uma alta no IBOV de 4,92%, até esta quarta-feira (30). A quinta-feira (24) foi o segundo dia do mês de janeiro em que os investidores estrangeiros compraram mais do que venderam, o que fez reduzir o saldo negativo da semana.

Ibovespa – No embalo do FED

Nesta quarta-feira o FED reduziu em mais 0,5 ponto percentual a taxa de juros norte-americana. Este fato animou os investidores que através de uma forte pressão compradora revertaram a baixa do dia, fazendo com que o IBOV fechasse em alta de 1,28%. Agora há um ponto importante (suporte) para a avaliação deste movimento de alta do Ibovespa, que está entre o fechamento do dia 28 (58.593) e a mínima de hoje (58.751). Além destes pontos também há a média móvel de 13 dias.

Ponto negativo

Quando o Ibovespa fechou o pregão (30) as bolsas de valores nos EUA registravam alta. No entanto, na última hora o índice Dow Jones caiu mais de 200 pontos e fechou em baixa de 0,30%, mesmo após o novo corte da taxa de juros pelo FED. Este é um ponto negativo para o pregão desta quinta-feira (31) que fechará o mês de janeiro.

Fed reduz juro para abrandar desaceleração econômica

WASHINGTON (Reuters) – O Federal Reserve reduziu a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira, como parte de um esforço agressivo para conter a desaceleração aguda de uma economia atingida pela crise nos setores imobiliário e de crédito.

“A ação de hoje, combinada com as adotadas anteriormente, devem ajudar a promover um crescimento moderado com o passar do tempo e a mitigar os riscos para a atividade econômica. Entretanto, riscos de queda no crescimento permanecem”, relatou o Fed em um comunicado, deixando a porta aberta para futuros cortes na taxa.
Até breve!

29.01.2008 | 9:23

IBOV – Confirmando o fechamento da semana anterior

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, Mercado, por Dalton Vieira

A semana que antecede o carnaval começou agitada. O Ibovespa nesta segunda-feira (28) ficou operando até umas 13:20 no vermelho (queda), a partir deste horário os touros (compradores) entraram em ação e confirmaram a maior probabilidade de nova máxima para esta semana, conforme destacado na análise anterior.

Esta recuperação no final da semana e na região de suporte dos gráficos diário, semanal e mensal sinaliza uma maior probabilidade de nova máxima na próxima semana, entrando na importante região de resistência que vai dos 58.000 aos 60.000 pontos.

O candle do dia 28 rompeu duas resistências (58.095 pontos e média móvel de 13 períodos). O bom fechamento deste candle sinaliza o provável teste das importantes resistências que vão de 59.069 até 60.091, conforme exibido no gráfico diário ao lado.

Nas bolsas de valores dos EUA o dia também foi agitado. Os dados ruins divulgados ontem (28) sobre as Vendas de Casas Novas aumentou a possibilidade do FED amanhã (30) divulgar um novo corte da taxa de juros. Esta expectativa impulsionou os mercados por lá e também por aqui. Hoje (29) as bolsas de valores asiáticas fecharam em alta, o que pode ser um bom sinal para o pregão desta terça-feira na Bovespa.


Expectativa sobre Fed impulsiona bolsas da Ásia

HONG KONG (Reuters) – As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, graças às expectativas sobre um novo corte nos juros pelo Federal Reserve, o que animaria a maior economia do mundo e um dos principais destinos das exportações da região.

O banco central norte-americano reduziu a taxa de juros em 0,75 ponto percentual na semana passada e as expectativs são de que haja novo corte nesta quarta-feira, provavelmente de 0,5 ponto percentual, em uma dose dupla de incentivo monetários em oito dias.

Até breve!

28.01.2008 | 0:04

IBOV – Análise da semana: 21 a 24/01

Publicado na(s) categoria(s) Análises Semanais, Fluxo dos Investidores, Ibovespa, por Dalton Vieira

Gráfico Semanal

A semana foi marcada pela alta volatilidade nas bolsas de valores pelo mundo. O Ibovespa durante a semana teve 02 dias de forte baixa e 02 dias de forte alta. Resultado: o fechamento da semana foi praticamente estável, registrando uma ligeira baixa de 0,07%. O candle desta semana possui a formação de um Doji ou também de um Hammer. Ambos são padrões de reversão dos candles que necessitam de confirmação para indicar um sinal de alta.

Na minha opinião a confirmação de um sinal de alta ocorrerá se houver um fechamento na sexta-feira (01/02) acima da máxima (57.674) desta semana. O ideal seria um fechamento acima da média móvel de 13 períodos (MME13), ou seja, em torno dos 61.000 pontos.

Gráfico Diário

O último dia (24) de pregão da semana terminou dando seqüência a reação dos touros na região de suporte iniciada no final do pregão do dia 23, destacada na análise Reação no suporte. O Ibovespa fechou a quinta-feira (24) em alta expressiva de 5,95%.

Esta recuperação no final da semana e na região de suporte dos gráficos diário, semanal e mensal sinaliza uma maior probabilidade de nova máxima na próxima semana, entrando na importante região de resistência que vai dos 58.000 aos 60.000 pontos.

Nesta região (a partir dos 58.000 pontos) provavelmente ocorrerá uma pressão vendedora. Os investidores que aproveitaram as boas oportunidades de compras no curtíssimo prazo após o movimento de baixa do IBOV, em torno de 10.000 pontos, tendem a realizar os lucros (vendendo). O objetivo é garantir os lucros das compras dentro de um contexto de baixa.

Cenário Externo

Na sexta-feira (25) em que tivemos a Bovespa fechada devido ao aniversário da capital paulista, as bolsas de valores dos EUA e da Europa fecharam em baixa. O destaque foi para o índice Dow Jones que voltou a registrar nova baixa (1,38%), mesmo após novos anúncios de ajuda à economia norte-americana com objetivo de tentar evitar a recessão ou no mínimo reduzir o seu prazo de duração.

Agenda da Semana

A agenda desta semana (28/01 a 01/02) está pesada nos EUA. Abaixo alguns dos eventos:

  • Reunião do FED na quarta-feira (30). Será que haverá mais um corte na taxa de juros?
  • Produto Interno Bruto do quarto trimestre de 2007
  • Dados da inflação (PCE)
  • Relatório de Empregos

Com estes eventos a semana que antecede o carnaval tende a ser bem agitada na Bovespa.

Investidores Estrangeiros

Até o dia 22 de janeiro o saldo dos investidores estrangeiros (SIE) estava negativo em R$ 4,67 bilhões. O dia 14 foi o único dia do mês, até a terça-feira (22), em que os investidores estrangeiros compraram mais do que venderam. Observe o desempenho diário do SIE em janeiro.


Enfim, a cautela e a paciência para aguardar novas oportunidades são, ao meu ver, essenciais para esta semana (28 a 01/02).

Tenha uma ótima semana. Até breve!

23.01.2008 | 23:56

IBOV – Reação no suporte

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, por Dalton Vieira

Em mais um dia (23) de pessimismo o Ibovespa fechou em baixa de 3,32%, acompanhando o desempenho ruim das bolsas de valores européias (Inglaterra -2.28% e Alemanha -4,88%).

BC mantém juro básico em 11,25%, em decisão unânime

BRASÍLIA (Reuters) – Em linha com expectativas de analistas do mercado e em meio a incertezas crescentes no cenário internacional, o Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juro em 11,25 por cento ao ano nesta quarta-feira. A decisão foi unânime.

Em breve comunicado, o colegiado do Banco Central evitou se comprometer com as futuras decisões, afirmando que “irá acompanhar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião, para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”.

Economia recuou em quase metade dos Estados dos EUA, aponta Fed

NOVA YORK (Reuters) – A atividade econômica se contraiu em quase metade dos Estados norte-americanos em dezembro, segundo dados do Federal Reserve da Filadélfia que reforçam a visão de que o país pode estar entrando em recessão.

O índice coincidente do Fed da Filadélfia, que serve de indicação do Produto Interno Bruto (PIB) por Estado, mostrou queda em 23 Estados no mês passado.

Touros no final do pregão

Uma das boas notícias para o próximo pregão é que no final do pregão desta quarta-feira (23) houve uma pressão compradora que fez o Ibovespa sair de -4,6% para -3,32%. A ação dos touros (compradores) ocorreu no suporte proporcionado pelas mínimas dos dois últimos dias (candles).

A outra boa notícia é que na última hora de pregão o índice Dow Jones subiu aproximadamente 370 pontos, o que representa uma alta de 3% levando-se em consideração o ponto onde estava (11.900 pontos). Com esta forte ação dos touros na última hora o Dow reverteu a baixa do dia e fechou em alta de 2,5%.


Dow Jones sobe quase 300 pontos com reviravolta do mercado

NOVA YORK (Reuters) – As bolsas de valores dos Estados Unidos quebraram uma série de cinco quedas seguidas nesta quarta-feira, com o índice Dow Jones subindo quase 300 pontos por conta do otimismo do mercado de que um plano do governo para ajudar seguradoras de bônus está adquirindo forma e pode evitar bilhões de dólares em perdas com crédito.

O mercado também foi impulsionado pela crescente confiança de que cortes agressivos na taxa básica de juro pelo Federal Reserve podem ajudar a estabilizar a economia e dar apoio ao combalido setor bancário.
Estas duas “notícias”, ou melhor, a ação dos compradores em cima do suporte pode ser um “bom” sinal para o pregão desta quinta-feira (24). Neste pregão teremos um indicador forte nos EUA, Vendas de Casas Novas, e também o “poderoso” Alan Greenspan “vai ao microfone”, respectivamente às 13:00h e 15:30h (horário de Brasília). Vamos acompanhar atentamente a reação do mercado.

Até breve!

22.01.2008 | 23:50

FED – Bernanke aciona o plano "B"

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, por Dalton Vieira

No meio da semana passada Ben Bernanke, chairman do FED, acionou o plano “A” ao solicitar um pacote econômico rápido ao governo norte-americano. Em uma tentativa de ajudar a economia dos EUA e acalmar o mercado financeiro, Bush divulga o pacote na sexta-feira (18). Porém o tiro saiu pela culatra, as bolsas de valores dos EUA deram continuidade ao movimento de baixa registrando 4a queda consecutiva.

Para piorar os mercados na segunda-feira (21) despencaram, com exceção das bolsas de valores americanas que estavam fechadas devido ao feriado. Mais um sinal de que o tiro saiu pela culatra, ou seja, não agradou os investidores. Eis que entra em ação surpresa (extraordinária) o FED e aciona o plano “B” – corte da taxa de juros em 0,75 ponto percentual, deixando-a em 3,5%.

Fed corta juro dos EUA em ação emergencial

WASHINGTON (Reuters) – O Federal Reserve reduziu nesta terça-feira a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,75 ponto percentual, o maior corte em mais de 23 anos, numa ação emergencial para sustentar a economia.

“É obviamente uma surpresa, mas parece que os mercados não podiam esperar o prometido corte do juro no final do mês e nem mesmo o Fed, dado o comportamento dos mercados nos últimos dias”, afirmou Kevin Logan, economista do Dresdner Kleinwort Wasserstein, em Nova York.

Este segundo “tiro” surtiu efeito em alguns mercados, como por exemplo na Inglaterra (FTSE 100) que fechou em alta de 2,9%. Por aqui o efeito inicial também foi bom com o índice Bovespa fechando o dia em alta expressiva de 4,45%, recuperando 2.300 dos 3.800 pontos da queda do dia anteiror (21). Por outro lado, as bolsas de valores nos EUA fecharam o dia em baixa.

O candle de alta desta terça-feira (22) aliado ao excelente volume financeiro aumenta a probabilidade de ocorrer o teste da resistência em 57.503 pontos, proporcionada pela máxima do dia 21. Após esta resistência há outras importantes. São elas:

  • 58.095 – mínima do dia 27/11;
  • 59.019 – média móvel de 13 períodos;
  • 59.414 – mínima do dia 18/12; e
  • 60.091 – mínima do dia 07/01.

É importante observar o comportamento do Ibovespa nesta zona de resistências, visando avaliar a disposição dos touros (compradores) no terreno dos ursos (vendedores). A atenção é válida principalmente para os investidores que entraram em compras de curtíssimo prazo, conforme mencionado em Oportunidades na análise anterior, pois nesta região pode surgir um novo sinal de baixa (o chamado “bater em retirada”).

Até breve!

22.01.2008 | 0:38

IBOV – Cadê o piso?

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, por Dalton Vieira

No dia (21) em que as bolsas de valores nos EUA estavam fechadas devido ao feriado Martin Luther King Day, os mercados pelo mundo despencaram. No clima de forte pessimismo em relação à economia norte-americana o Ibovespa abriu a semana com queda acentuada de 6,6%, a maior desde fevereiro de 2007.

Na Europa o estrago também foi grande. O principal índice de ações do continente (FTSEurofirst) caiu 5,79%. Esta foi a maior baixa desde 11 de setembro de 2001.

Juncker diz que Europa não descarta mais recessão nos EUA

BRUXELAS (Reuters) – A Europa não descarta mais uma recessão nos Estados Unidos que afetaria os países da região, mas isso não é razão para pessimismo, disse nesta segunda-feira Jean-Claude Juncker, chairman do Eurogroup.

“Nos últimos meses, descartamos a possibilidade de uma recessão nos Estados Unidos, mas eu acho que hoje não podemos mais descartar isso completamente.”

Gráfico Diário

O candle de baixa desta segunda-feira (21) superou facilmente, logo na abertura do pregão, o suporte em 55.566 pontos proporcionado pela máxima do dia 04/09 (topo). O fechamento em 53.709 pontos, próximo à mínima do dia, sinaliza uma nova mínima para o pregão desta terça-feira (22).

Em que ponto estará a reversão deste movimento de queda de quase 10 mil pontos em 07 dias? Na minha opinião o “piso” está em torno dos 52.000 pontos. Por quê? Porque coincide com uma série de suportes que estão destacados abaixo. Além disso, coincide com a projeção de baixa do rompimento do triângulo “simétrico”.

  • 52.652 – fechamento do dia 10/09;
  • 52.320 – mínima do dia 10/09 (fundo);
  • 52.179 – média móvel de 65 períodos no gráfico semanal;
  • 51.645 – fechamento do dia 28/08; e
  • 51.389 – mínima do dia 28/08.

Um ponto a se observar no gráfico acima é que o volume financeiro de hoje foi inferior ao dia anterior (18), provavelmente devido ao feriado nos EUA, mas pode ser um indício de que uma possível retração (movimento de alta) desta grande queda está próxima.

Oportunidades

Após grandes quedas como esta (10.000 pontos) é comum surgir boas oportunidades de compra. Estas oportunidades podem ser dividas em 02 tipos:

  1. Longo prazo (acima de 10 anos): Aproveitar o momento de “desconto” (queda) no preço das ações de boas empresas e adicionar lote(s) na carteira. Neste caso as compras seriam mais moderadas, pois há a possibilidade de efetuar novas compras a preços mais baixos;
  2. Curtíssimo prazo (02 a 04 dias): Avaliar detalhadamente as melhores oportunidades de reversão, cujo objetivo mínimo de ganho seja em torno de 10%. Neste caso o ideal é usar um volume financeiro que seja afetado levemente pelos custos operacionais, preferencialmente abaixo de 0,5%.

Vale ressaltar que esta é a minha opinião e que a mesma não representa uma dica de compra. A decisão de compra ou venda é exclusiva de cada investidor. Lembre-se sempre de fazer sua própria avaliação (análise) ao ler análises ou “dicas” de compra pela internet e principalmente de corretoras.

Estou querendo dizer que as análises na internet ou dos analistas das corretoras estão erradas? De forma alguma. No entanto, ao confiar em uma análise ou indicativo de compra sem antes passar pelos seus critérios de investimentos, você provavelmente estará desperdiçando uma excelente oportunidade de aprender. A seguir um texto que considero fantástico.

“Os investidores que seguem as dicas de algum corretor, que copiam o que os amigos estão fazendo ou que usam os jornais como principal fonte de informações sobre investimentos, são como rolhas que flutuam sobre as ondas do mar. Essas pessoas permitem que outros controlem sua ações e, assim, a culpa nunca é deles quando perdem dinheiro. Como conseqüência, nunca aprendem.”

Até breve!

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