Pular a navegação e ir direto para o conteúdo


Ibovespa

20.03.2008 | 0:48

Petrobrás e Vale afundam o Ibovespa

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, Petrobras, Vale, por Dalton Vieira

Com uma desvalorização superior a 7% nesta quarta-feira (19), as ações da Petrobrás e Vale afundaram o Ibovespa. As quatro ações destas duas empresas estão entre as maiores baixas do dia no índice Bovespa, conforme mostra a figura abaixo.


A seguir as notícias que se destacaram no decorrer do dia:

Queda de commodities apaga ânimo pós-Fed e Bovespa cai 5%

SÃO PAULO (Reuters) – Uma forte correção dos preços das commodities internacionais e seu efeito sobre ações de peso no mercado doméstico fez a Bolsa de Valores de São Paulo mergulhar para a segunda maior queda em 2008.

Segundo Hamilton Moreira, analista sênior do BB Investimentos, a explicação para o movimento desta quarta-feira foi a percepção mais generalizada de que os preços das commodities não poderiam se sustentar em patamares tão elevados quanto os vistos recentemente, dada a expectativa de forte desaceleração dos Estados Unidos, com desdobramentos mundiais.

Crise é pior do que o esperado, dizem membros do BCE

LUXEMBURGO/PARIS (Reuters) – A turbulência nos mercados financeiros é pior do que o imaginado anteriormente e a zona do euro não deve escapar ilesa, disseram membros do Banco Central Europeu (BCE) nesta quarta-feira.

Em momentos separados nesta quarta-feira, o belga Guy Quaden e o luxemburguês Yves Mersch disseram que a economia da zona do euro não está imune à desaceleração dos Estados Unidos e que também será afetada pela turbulência financeira.

Bolsas dos EUA afundam com petróleo, ouro e Merrill

NOVA YORK (Reuters) – As bolsas norte-americanas fecharam em forte queda nesta quarta-feira à medida que um mergulho nos preços do ouro e do petróleo puxaram as ações do setor de energia e mineradoras, e especulações de que o Merrill Lynch possa ter mais baixas contábeis abateram o otimismo de que a crise do crédito estava diminuindo.

Uma ação judicial do Merrill Lynch contra uma seguradora de bônus criou especulações de que a corretora e banco de investimento pode não ter proteção suficiente contra perdas por exposição a ativos que estão no coração da crise do crédito. O que pode levar a mais baixas contábeis.

Gráfico Diário

A força dos touros que dominou o pregão da terça-feira (18) parou na primeira resistência que encontrou pela frente, os 62.367 pontos (fechamento e máxima do dia 11). A ação dos ursos (vendedores) não permitiu nem o teste da resistência em torno dos 63.000 pontos.

O grande candle de baixa de hoje (19) superou dois suportes importantes de fechamento. São eles:

  • 59.999 – dia 10/03; e
  • 58.965 – dia 06/02.

A superação destes suportes ocorreu com um volume financeiro alto de aproximadamente R$ 5,07 bilhões. Este fato demonstra o controle da situação por parte dos ursos (vendedores), o que pode levar o Ibovespa a uma correção mais forte no curto/médio prazo. O suporte em 58.029 deverá ser testado no próximo pregão (20).


Oportunidades

Mais uma vez menciono que os momentos de crise e pânico costumam revelar ótimas oportunidades de compra de curto prazo (swing ou position trade) e também a possibilidade de adicionar ações na carteira de longo prazo.

  • Swing Trade – 02 a 05 dias;
  • Position Trade – 03 a 08 semanas.

Vamos monitorar possíveis oportunidades. Até breve!

18.03.2008 | 23:16

Fed corta 0,75% e IBOV sobe 3,2%

Publicado na(s) categoria(s) Gol, Ibovespa, Tam, por Dalton Vieira

No dia em que o FED cortou a taxa de juros dos EUA em 0,75 ponto percentual, levando-a para 2,25%, o Ibovespa teve uma forte alta de 3,2%. O fechamento em 61.932 pontos, na máxima do dia, praticamente anulou a queda do dia anterior.

Fed corta juro em 0,75 ponto e balanço de bancos ajuda

WASHINGTON/NOVA YORK (Reuters) – O Federal Reserve cortou nesta terça-feira a taxa de juro em 0,75 ponto percentual, dando fôlego aos mercados de Wall Street que já repercutiam positivamente os resultados acima do esperado de importantes bancos de investimentos.

A ação do Fed, por 8 votos a 2, é parte de um intenso esforço do banco central para evitar uma recessão e o colapso dos mercados financeiros. O movimento do Fed levou a taxa básica de juro norte-americana a 2,25 por cento, menor nível desde fevereiro de 2005.

“Os mercados financeiros se mantêm sob considerável estresse, e as condições apertadas do crédito e a queda mais forte no setor imobiliário devem pesar sobre o crescimento econômico nos próximos trimestres”, apontou o Fed.

As bolsas de valores nos EUA e na Europa também tiveram um ótimo desempenho. Veja no quadro a seguir:


Gráfico Diário

O grande candle de alta com fechamento na máxima do dia e acima da média móvel de 65 períodos, aumenta a probabilidade do Ibovespa testar a resistência em torno dos 63.000 pontos. Agora vamos ver se a força dos touros de hoje (18) impulsionará um fechamento acima dos 63.000 ou então dos 62.367 pontos (fechamento do dia 11).

Oportunidades

Mais uma vez os momentos de crise e tensão no mercado revelaram boas oportunidades de compra. Os destaques foram para as ações da GOLL4 (+7,94%) e TAMM4 (+8,2%), ambas do castigado setor aéreo. Estas duas ações deram um bom sinal de alta ontem (17) após desvalorização superior a 30% em praticamente 01 mês.

A GOLL4 tende no curto prazo a testar a resistência em $30,26, proporcionada pelo antigo suporte (mínima do dia 22/01). Já a TAMM4 tende a testar as resistências em $34,65 (mínima do dia 21/02 – fundo anterior) e $34,75 (mínima do dia 06 – gap de baixa).

Agora é monitorar até onde vai a reação dos touros (compradores) para ir ajustando o stop de proteção.

Até breve!

15.03.2008 | 11:01

IBOV – Análise da Semana: 10 a 14/03

Publicado na(s) categoria(s) Análises Semanais, Ibovespa, por Dalton Vieira


Mercados Agitados

A semana nos mercados foi bem agitada com o Ibovespa registrando uma volatilidade alta. O índice oscilou em média 2.000 pontos por dia no decorrer da semana, o que representa mais de 3% do seu valor atual (61.990 pontos). O último dia da semana foi marcado por notícias preocupantes nos EUA.

Fed organiza socorro ao Bear Stearns, ações despencam

NOVA YORK (Reuters) – O Bear Stearns disse nesta sexta-feira que uma crise repentina de liquidez o forçou a buscar recursos de emergência com o Federal Reserve e o JPMorgan Chase, intensificando o temor sobre o agravamento da crise global de crédito e enxugando praticamente metade do valor de suas ações.

Foi o primeiro socorro de um agente intermediário pelo Federal Reserve desde a Grande Depressão, e a última de uma série de ações para tentar acalmar os mercados financeiros, assustados com o contágio dos problemas provocados pelo aumento da inadimplência nas hipotecas.

Bolsas dos EUA afundam após Bear reacender temor com crédito

NOVA YORK (Reuters) – As bolsas norte-americanas fecharam em forte queda nesta sexta-feira após um plano emergencial de ajuda para o Bear Stearns, orquestrado pelo Federal Reserve, renovar temores sobre a crise do crédito global, gerando massiva venda de papéis nas mesas de negócios.

O índice Dow Jones teve baixa de 1,60 por cento, a 11.951 pontos. O Standard & Poor’s 500 caiu 2,08 por cento, a 1.288 pontos. O Nasdaq retrocedeu 2,26 por cento, a 2.212 pontos.

As ações despencaram após o Fed de Nova York e o JPMorgan Chase apresentarem um plano de financiamento de curto prazo para o Bear Stearns, o quinto maior banco de investimento dos EUA. Antes da abertura do mercado, o Bear Stearns chocou Wall Street quando disse que sua posição de liquidez se deteriorou nas últimas 24 horas.

Mesmo com toda a turbulência o Ibovespa ainda conseguiu fechar a semana em alta de 0,20%, praticamente estável. O Dow Jones fechou a semana em alta de 0,48%, o S&P500 em baixa de 0,38% e a Nasdaq estável 0,0%.


Gráfico Semanal

Nesta semana o Ibovespa respeitou o suporte proporcionado pela média móvel exponencial de 13 períodos (MME13). O candle semanal representa indecisão, praticamente um Doji. De qualquer forma, o não fechamento abaixo da mínima da semana anterior (03 a 07/03) e da MME13 demonstra uma força um pouco maior dos touros (compradores).

Um fechamento acima de 63.036 (máxima da semana) ou 59.995 (mínima da semana) sinalizará um sinal de alta ou da continuidade do movimento de baixa, respectivamente. A região de resistência vai de 64.608 a 66.528 pontos e a de suporte vai de 59.075 a 57.463 pontos, conforme destacado no gráfico acima.


Gráfico Diário

Na minha última análise do Ibovespa, no dia 12, mencionei:

Agora é observar qual será a força dominante (touros ou ursos) nesta região de definição entre as duas médias móveis do gráfico diário e na média móvel exponencial de 13 períodos do gráfico semanal.

Apos os pregões dos dias 13 e 14 a situação não mudou, a indefinição ainda persiste. O candle da sexta-feira (14) representa bem o cabo-de-guerra entre touros e ursos com um certo equilíbrio das forças.

O que pode definir a “vitória” dos touros (compradores) nesta disputa será um fechamento acima dos 63.036 pontos (máxima do dia 12) com um bom volume financeiro. Por outro lado, um fechamento abaixo dos 59.995 pontos com um bom volume financeiro representará a “vitória” dos ursos. Podemos trocar a palavra vitória neste contexto por controle da situação e a partir deste momento operar ou investir a favor da força dominante após a definição.


Decisão do FED


A próxima semana promete ser mais uma marcada pela volatilidade, mas com boas chances de definir o rumo do Ibovespa. O principal fato para esta definição é que na terça-feira (18) às 15:15h (horário de Brasília) o FED anunciará a nova taxa de juros dos EUA. A expectativa do mercado é de mais um corte de 0,5 ponto percentual, o que reduziria a taxa de juros para 2,5 pontos percentuais.

Agora é aguardar para ver a reação do mercado após o anúncio do FED. Será que vamos rumo aos 65.000 pontos ou aos 58.000 pontos?

Bom final de semana. Até breve!

12.03.2008 | 19:31

IBOV – Reação dos touros pára na resistência

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, por Dalton Vieira

Nesta quarta-feira (12) o Ibovespa confirmou a maior probabilidade de testar as resistências destacadas na análise anterior em torno dos 63.000 pontos. No entanto, ao chegar neste nível a força dos touros (compradores) não foi forte o suficiente para fazer com que ocorresse um fechamento acima deste patamar. Pelo contrário, a força dos ursos (vendedores) foi maior e fez o IBOV fechar o dia em baixa de 0,31% (62.176).

Este é um pequeno alerta para os comprados. Agora é observar qual será a força dominante (touros ou ursos) nesta região de definição entre as duas médias móveis do gráfico diário e na média móvel exponencial de 13 períodos do gráfico semanal.

Um fechamento abaixo de 62.022 e da média móvel de 65 períodos trará implicações baixistas. Já um fechamento acima dos 63.000 pontos trará implicações altistas confirmando a reação do touros exibida no dia 11/03.

Nota

  • Inscreva-se na próxima turma de Brasília/DF. Clique aqui.
  • Reserve sua vaga para a próxima turma em Taubaté/SP. Clique aqui.

Até breve!

12.03.2008 | 0:42

IBOV – Mãozinha do FED

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, por Dalton Vieira

Na análise anterior coloquei os gráficos do indicador Clímax do Ibovespa e do MAS (grupo das 15 ações mais negociadas em 2007 na Bovespa) destacando que os mesmos encontravam-se em uma região sobrevendida. Este fato sinalizava oportunidades de compra e uma possível reação do IBOV no pregão desta terça (11) ou da quarta-feira (12).

No entanto, ao final do pregão da segunda-feira (10) nem o mais otimista analista ou investidor pensaria em uma recuperação tão forte. Não confirmando a maior probabilidade de nova mínima para o pregão desta terça-feira o Ibovespa fechou o dia em alta expressiva de 3,95%. O que será que tanto animou os investidores já na abertura dos negócios? Resposta a seguir.

Socorro adicional do Fed alivia e Bovespa sobe 3,95%

SÃO PAULO (Reuters) – Após três sessões seguidas de queda, a Bolsa de Valores de São Paulo teve um dia de forte recuperação nesta terça-feira, copiando o otimismo dos mercados norte-americanos com o anúncio de um socorro adicional do Federal Reserve (Fed) para conter os efeitos da crise de crédito nos Estados Unidos.

Segundo especialistas, a notícia de que o Fed vai injetar cerca de 200 bilhões de dólares nos mercados de crédito atingidos pela crise no setor imobiliário norte-americano, em parceria com autoridades monetárias de diversos países, deu novo ânimo aos investidores.

“O anúncio trouxe de volta à ponta compradora de ações os investidores interessados em barganhas”, afirmou Miguel Daoud, sócio da Global Financial Advisor.

O grande candle de alta acompanhado de um considerável volume financeiro (R$ 4,66 bilhões) aumenta a probabilidade do IBOV testar e romper as resistências mais próximas em torno dos 63.000 pontos. São elas:

  • Média móvel exponencial de 13 períodos;
  • 62.972 – Máxima do dia 07/03; e
  • 62.974 – Resistência proporcionada por um pequeno gap de baixa.

Sinais de Alta

A reação do touros (compradores) proporcionou bons sinais de alta neste pregão (11). A seguir algumas interessantes: BBDC4, GGBR4, ITAU4 e SDIA4.

Nota: Curso em Brasília – Inscrições abertas!

Até breve!

08.03.2008 | 18:35

Análise da Semana: 03 a 07/03

Publicado na(s) categoria(s) Análises Semanais, Ibovespa, Itau Unibanco, por Dalton Vieira

Gráfico Semanal

O Ibovespa encerrou a semana em baixa de 2,55%, confirmando a maior probabilidade de baixa do candle anterior. A queda parou justamente no suporte proporcionado pela média móvel exponencial de 13 períodos. A maior probabilidade para a próxima semana é de ocorrer o teste do suporte em 61.291 (mínima da semana: 18 a 22/02).

Dados do mercado de trabalho derrubam bolsa dos EUA

NOVA YORK (Reuters) – As bolsas norte-americanas fecharam em queda nesta sexta-feira, no seu menor nível em 19 meses, após um relatório mostrar um recuo inesperado nos postos de trabalho, o maior em quase cinco anos, o que foi visto por muitos investidores como um sinal de que os Estados Unidos estão em recessão.

O índice Dow Jones teve baixa de 1,22 por cento, a 11.893 pontos. O Standard & Poor’s 500 caiu 0,84 por cento, a 1.293 pontos. O Nasdaq retrocedeu 0,36 por cento, a 2.212 pontos.

Gráfico Diário

No embalo das bolsas de valores dos EUA o Ibovespa fechou a sexta-feira (07) em baixa de 1,76%. O comportamento do mercado registrado pelo candle do dia 06 já sinalizava a maior probabilidade de queda, conforme destacado na análise anterior.

Após o fechamento abaixo dos 62.000 pontos o mais provável é que o IBOV teste a zona de suporte que vai de 61.271 a 60.716 (fechamento e mínima do dia 15/02, respectivamente). Um fechamento abaixo desta região de suporte poderá impulsionar uma queda até os 59.000 pontos.

ITAU4 – Reversão do sinal de alta

O sinal de alta desta ação ocorrido no dia 05 não foi confirmado. Pelo contrário, o ponto negativo (Ibovespa) destacado na análise desta ação teve um peso suficiente para reverter o sinal de alta em baixa. Um compra nesta ação na quinta-feira (06) proporcionaria um prejuízo em torno de 4%.

O fechamento ($41,60) abaixo das duas médias móveis e do suporte em $42,41 sinaliza uma correção maior do último movimento de alta, que representou uma valorização de aproximadamente 30%. A próxima zona de suporte vai desde $40,00 até $39,00.

A expectativa de baixa para a próxima semana no Ibovespa pode nos trazer algumas boas oportunidades de curto prazo.

Bom final de semana. Até breve!

 Página 510 de 531  « Primeira  ... « 509  510  511  512 » ...  Última »