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Ibovespa

06.06.2008 | 2:09

Commodities em forte alta

Publicado na(s) categoria(s) Ibovespa, Mercado, Petrobras, Vale, por Dalton Vieira

Nesta quinta-feira (05) as commodities após dias de correção tiveram um forte alta. O principal índice das commodities (CRB) subiu 2,25% e o barril do petróleo (WTC) teve alta expressiva de 4,6%. A seguir os gráficos diários:

Índice CRB – Commodities
Petróleo – WTC


Ibovespa

No embalo das commodities o Ibovespa fechou o dia em forte alta de 3,69%, a maior desde o início de maio/08. A alta reverteu a maior probabilidade baixa deixada pelo último candle (04), voltando a fechar acima dos 71.000 pontos e da média móvel exponencial de 13 períodos (MME13). A próxima resistência está na casa dos 72.000 pontos.

Oportunidades

Na análise anterior mencionei o cenário de oportunidades, as chamadas liquidações do mercado. Estes momentos são excelentes para adicionar ações na carteira de longo prazo e também realizar algumas operações de curto prazo.

A PETR4 que comentei nas últimas análises teve um ótimo desempenho no dia fechando com alta de 5,04% a $47,56, acima da resistência do gap de baixa em $47,37. Próximas resistências para este ativo estão em torno de $48,30 (MME13) e $49,70 (máxima do dia 03/06).

A VALE5 foi outra que também comentei na análise do dia 03, a qual destaquei a possível região de suporte para ocorrer uma força compradora (texto abaixo).

Assim como a PETR4, se este ativo entrar na casa dos $50,00 teremos uma queda em torno de 14,6% a partir do topo histórico ($59,22) do dia 19/05. Enfim, abaixo dos 52,00 até os 50,00 os touros provavelmente entrarão em ação.
Texto retirado da análise do dia 03

Uma ação que também está interessante devido ao seu bom cenário de alta é a ALLL11. O único problema é o tamanho do stop loss, em torno de 10%. É bom acompanhar de perto o possível rompimento da resistência de $24,38, pois pode valer uma entrada caso venha a ocorrer com um bom volume.

Até breve!

05.06.2008 | 1:39

Copom, Commodities e Oportunidades

Publicado na(s) categoria(s) Fluxo dos Investidores, Ibovespa, Petrobras, por Dalton Vieira

Copom – BC leva Selic a 12,25%, sem pistas sobre próximo passo

BRASÍLIA (Reuters) – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira a taxa básica de juro em 0,50 ponto percentual pela segunda vez consecutiva, para 12,25 por cento ao ano, em linha com as expectativas do mercado.

A decisão foi tomada de forma unânime pela diretoria do Banco Central, que não deu indicações sobre os próximos movimentos da taxa.

“O Banco Central ainda não tem informações suficientes para avaliar se a estratégia adotada na última reunião, quando começou a elevar os juros, está dando certo. Por isso, tem que manter o plano de vôo e subir a taxa gradualmente”, afirmou Roberto Padovani, economista-chefe do Westlb.


Commodities – Puxando o Ibovespa para baixo

Nesta quarta-feira (04) o Ibovespa fechou em baixa de 1,91%, a 3ª queda consecutiva na semana. No mês a desvalorização do índice já é superior a 5%. Os próximos suportes estão em:

  • 67.865 – mínima do dia 02/05 e do mês de maio;
  • 67.544 – média móvel exponencial de 13 períodos do gráfico semanal;
  • 66.528 – antigo topo histórico (07/12/2007).

As commodities foram as principais responsáveis por mais esta queda do IBOV. O barril do petróleo WTC caiu 1,65%, cotado a $122,33 dólares. Há um suporte importante em $120,48 dólares, proporcionado pela máxima do topo anterior, logo é um possível local de recuperação ou retomada da alta. O principal índice das commodities (CRB) recuou 0,71%.

Foco nas Oportunidades

As fortes baixas dos últimos 03 pregões trouxeram vários ativos para regiões de suporte interessantes para possíveis compras. Destaco algumas ações PETR4, BBDC4, ITSA4, UBBR11 e JBSS3. A alta da Selic costuma beneficiar as ações dos bancos. A PETR4 já está com 16,5% de desvalorização e pode chegar a praticamente 18% se bater no suporte em 44,20 (máxima do topo do dia 28/12/07). A seguir o gráfico diário desta ação.

Enfim, é a chamada liquidação que o big ou smart money gosta de entrar. É ficar atento neste pregão de quinta-feira (05) nos suportes importantes de cada ação e o possível sinal de alta que venha a ocorrer.

Participação dos Investidores na Bovespa – 02/06


Obs.: Meus parabéns aos torcedores do Fluminense. Belíssima vitória em cima do bicho papão de Libertadores, o famoso Boca Júniors.

Até breve!

03.06.2008 | 20:51

Queda pára nos 70.000 pontos

Publicado na(s) categoria(s) Fluxo dos Investidores, Ibovespa, Petrobras, Vale, por Dalton Vieira

O Ibovespa nesta terça-feira (03) fechou em forte baixa de 2,62%, a maior desvalorização desde o grau de investimento. A queda do dia parou na casa dos 70.000 pontos. Entretanto, o fechamento em 70.011 foi abaixo da região de suporte que vai de 70.992 a 70.334 pontos (fechamento e mínima do dia 27/05), o que sinaliza o provável teste do suporte na faixa dos 69.000 pontos.

A forte queda no preços da commodities ditou os negócios hoje (03) na Bovespa. Além disso, o receio de que os bancos norte-americanos apresentem novas perdas por causa da crise de crédito também colaborou para o desempenho ruim do IBOV. Para avaliar o impacto da queda nos preços da commodities basta olhar o resultado do dia das ações da Petrobrás e Vale, principais responsáveis pela baixa acentuada do índice.

  • PETR3 -5,05%
  • PETR4 -4,70%
  • VALE3 -3,57%
  • VALE5 -3,53%


PETR4

Após o grande candle de baixa de hoje, aumenta-se a probabilidade dos gaps de alta (suportes) em $47,12 (máxima do dia 15) e $46,05 (máxima do dia 12) serem fechados. Além destes suportes há também outro em $45,45 que é justamente o antigo topo histórico. Os suportes mencionados estão destacados no gráfico diário (figura acima)

Esta queda está ficando bem interessante para compra, principalmente se testar os $46,05. Além de ser uma região importante de suporte, a queda iniciada após o topo histórico ($53,68 – 21/05) será de aproximadamente 14,5%. Este percentual de queda já deixa os touros (compradores) bem animados para entrar em ação.

VALE5

A forte queda que desta ação parou no suporte ($52,05) proporcionado pelo topo do dia 27/02. A partir deste ponto há diversos suportes no gráfico diário. São eles:

  • 51,90 – máxima do dia 27/12/2007 (topo);
  • média móvel de 65 dias;
  • 50,05 – mínima do dia 25/04 (fundo);
  • 49,01 – mínima do dia 14/04 (fundo); e
  • 47,55 – máxima do dia 25/03 (gap de alta). Quando será que este gap será fechado?

Assim como a PETR4, se este ativo entrar na casa dos $50,00 teremos uma queda em torno de 14,6% a partir do topo histórico ($59,22) do dia 19/05. Enfim, abaixo dos 52,00 até os 50,00 os touros provavelmente entrarão em ação.

Saldo dos Investidores Estrangeiros (SIE)

Mais uma vez o SIE mostra a sua importância. Conforme destacado aqui no blog desde o dia 20/05 os estrangeiros passaram a vender mais do que comprar. O resultado desta pressão vendedora está agora muito bem representada pelo Ibovespa.

Daqui a pouco a Bovespa libera a participação dos investidores referente ao dia 30/05, o que pode nos mostrar um fechamento negativo em maio após estar positivo R$ 3,7 bilhões. Divulgarei esta informação mais tarde aqui no blog.

Até breve!

01.06.2008 | 18:25

Análise da Semana: 26 a 30/05

Publicado na(s) categoria(s) Análises Semanais, Fluxo dos Investidores, Ibovespa, por Dalton Vieira

Gráfico Mensal

O mês de maio fechou em alta de 6,96% registrando o maior volume financeiro (R$ 102,75 bilhões) em um único mês de negociação, o que sinaliza que o Ibovespa ainda pode alcançar uma nova máxima histórica antes de iniciar uma correção (retração).

Gráfico Semanal

Nesta semana a agência de classificação de risco Fitch Ratings confirmou a elevação do rating soberano do Brasil para a faixa considerada de baixo risco de crédito (grau de investimento), conforme divulgado na análise “IBOV – Fitch e Commodities em destaque“. O Ibovespa fechou a semana em alta de 1,62% em 72.592 pontos.

O candle desta semana representa uma certa indecisão devidos aos pavios acima e abaixo do corpo do candle. Além disso, o IBOV respeitou a resistência do fechamento histórico (72.766) deste tempo gráfico, após ter feito máxima histórica (73.920). Este fato representa uma certa fraqueza dos touros (compradores) nesta região de resistência. Uma parte desta fraqueza é representada pelo saldo dos investidores estrangeiros que comentarei ao final desta análise.

O volume financeiro da semana foi o maior desde o início de novembro de 2007. O OBV (on balance volume) continua coerente com a nova máxima desta semana, fazendo também nova máxima e confirmando a seqüência de topos e fundos ascendentes. Este dois pontos demonstram que ainda podemos ter um nova máxima histórica no IBOV.

A seguir as principais zonas de resistência e suporte no gráfico semanal.

  • Resistência: de 72.766 a 73.920 pontos
  • Suporte: de 69.068 a 66.528 pontos.


Gráfico Diário

Na sexta-feira (30) o IBOV fechou o dia em alta de 1,11%, permanecedo acima do suporte proporcionado pela média móvel exponencial de 13 dias (MME13). A seguir as resistências e suportes no gráfico diário:

  • Resistências de 73.153 até 73.920 (2ª expansão do Fibonacci – projeção de 200%)
  • Suportes desde a MME13 até 70.334 (mínima do dia 27 – fundo)


Investidores Estrangeiros

O saldo dos investidores estrangeiros continua recuando no mês de maio após atingir a casa dos R$ 3,7 bilhões. No dia 28 em que o IBOV subiu 3,04% o SIE ficou negativo (R$ 106,2 milhões). Observe no último ponto do gráfico abaixo a divergência de baixa entre o IBOV e o SIE. Qual foi o resultado no dia seguinte? Maior baixa do Ibovespa no mês de maio.


Ainda poderemos ter força compradora suficiente para fazer o Ibovespa superar a casa dos 74.000 pontos? Sim. Caso isso aconteça é bom observar o comportamento do SIE, pois se a divergência continuar o mais provável no médio prazo é haver uma correção mais forte no Ibovespa. Vamos acompanhar de perto.

Participação dos Investidores

A seguir a participação dos investidores na Bovespa, referente ao mês de maio até o dia 28.


Tenha uma ótima semana. Até breve!

30.05.2008 | 1:58

IBOV – Fitch e Commodities em destaque

Publicado na(s) categoria(s) Bradesco, Fluxo dos Investidores, Ibovespa, Itau Unibanco, Mercado, por Dalton Vieira

Conforme o mercado já havia anunciado (precificado) na quarta-feira (28) através da alta do IBOV de 3,04%, a agência de classificação de risco Fitch Ratings confirmou a elevação do rating soberano do Brasil para a faixa considerada de baixo risco de crédito (grau de investimento). Mesmo após esta ótima notícia o Ibovespa, que chegou a fazer nova máxima histórica (73.920 pontos), reverteu em poucos minutos a euforia e fechou o dia em baixa de 1,85%.

Se a notícia é boa qual o motivo da queda? Ao meu ver há dois motivos:

Precificação

O primeiro é que o mercado, mais especificamente o big money, já havia precificado esta notícia. Basta olhar o saldo dos investidores estrangeiros (SIE) para se ter uma idéia. Observe no gráfico abaixo como esta categoria de investidor antecipava a notícia do dia 30/04 (grau de investimento) comprando mais do que vendendo desde o dia 24/03. Após a primeira notícia continuaram na ponta compradora antecipando a notícia de hoje (29).

Gráfico da Evolução Diária do SIE e Ibovespa em 2008


Note no gráfico acima que quando o IBOV chegou aos 73.000 os estrangeiros passaram a realizar o “pequeno” lucro acumulado neste período de alta. Portanto, no primeiro motivo apresentado temos uma bela realização de lucros.

Commodities

No segundo motivo da queda temos a forte queda das commodities, incluindo o barril do petróleo (WTC). Este fato afeta fortemente as principais ações do índice Bovespa, nada mais nada menos do que Petrobrás, Vale, Usiminas, Grupo Gerdau, Siderurgia Nacional, dentre outras. Só este grupo de ações representa mais de 40% do índice.

A seguir os gráficos do principal índice das commodities (CRB) e do barril do petróleo (WTC). Observe o último candle. O índice CRB inclusive fechou abaixo de um suporte importante, quebrando a seqüência de topos e fundos ascendentes.

Índice CRB

Barril do Petróleo – WTC

Alguns resultados do dia: PETR3 -4,1%, PETR4 -3,24%, VALE3 -4,74%, VALE5 -4,3%, USIM5 -2,25%, CSNA3 -3,65%, GGBR4 -3,98%. Não foi por acaso que Ibovespa encerrou pregão registrando a maior baixa do mês de maio (1,85%).

Ibovespa

Na leitura do gráfico diário (figura ao lado) do Ibovespa temos o teste da máxima histórica e a forte ação dos ursos (vendedores) nesta região. O OBV não confirmou esta nova máxima do IBOV, ou seja, não fez o mesmo (divergência de baixa). O candle de hoje (29) indica uma maior probabilidade de ocorrer o teste dos seguintes suportes:

  • média móvel exponencial de 13 dias;
  • 70.733 – mínima do dia 28; e
  • 70.334 – mínima do dia 27 (fundo).

Um fechamento abaixo destes suportes poderá sinalizar uma correção maior do movimento de alta de praticamente 10.000 pontos (em torno de 15,55% em 13 dias).

Operações BBDC4 e ITAU4

Por enquanto sem alterações em relação ao apresentado na análise anterior. As duas se aproximaram de resistências importantes e reverteram a alta do dia. Vamos observar como fechará a semana.

Até breve!

24.05.2008 | 12:49

Análise da Semana: 19 a 23/05

Publicado na(s) categoria(s) Análises Semanais, Ibovespa, por Dalton Vieira

Gráfico Semanal

Nesta semana o Ibovespa fechou em baixa de 1,81% após oscilar acima dos 73.000 pontos. Os principais suportes neste tempo gráfico estão em:

  • 69.068 – mínima da semana de 12 a 16/05;
  • 66.528 – topo histórico anterior; e
  • média móvel exponencial de 13 períodos (MME13).

Antes destes suportes destacados no gráfico acima há também um suporte “psicológico” nos 70.000 pontos, o chamado número redondo.

Gráfico Diário

O Ibovespa iniciou a semana alcançando a expansão de 200% do Fibonacci, que projetava o IBOV nos 73.000 pontos, conforme destacado aqui no blog em análises anteriores. Ao invadir esta faixa houve dois dias consecutivos de divergência de baixa (19 e 20/05).

No 2º dia (20) de divergência tivemos a formação de um Hanging Man, que representa um padrão de reversão dos candles com a necessidade de uma confirmação. Esta ocorreu no dia seguinte (21) após o fechamento em 72.294 pontos, queda de 1,66% no índice.

O pregão da sexta-feira (23) apenas confirmou a maior probabilidade de baixa sinalizada pelo candle do dia 21 e também pelo desempenho das commodities no dia 22, destacada na análise anterior. Ontem (23) o IBOV fechou em baixa de 1,17% após testar o suporte proporcionado pela MME13, local onde ocorreu uma pressão compradora reduzindo a queda do dia que chegou a ser de 2,1%.

Além da MME13 há também uma zona de suporte que vai de 70.031 (mínima do dia 15) e 69.017 (menor fechamento da pequena congestão – bandeira de alta). Ambos suportes estão sinalizados através da linha azul no gráfico diário logo acima.

Investidores Estrangeiros

Além das divergências de baixa supracitadas os investidores estrangeiros também deram seu sinal de baixa ao vender mais do que comprar no dia 20. O saldo dos investidores estrangeiros (SIE) neste dia fechou negativo em R$ 868,71 milhões. O SIE no mês de maio continua positivo em R$ 2,88 bilhões.

Observe no gráfico abaixo a divergência de baixa do SIE em relação ao IBOV no dia 20. Realmente é uma pena a Bovespa não fornecer esta informação sem os dois dias de defasagem.

Evolução no mês SIE x IBOV


Participação dos Investidores – mês de maio até o dia 20/05


O cenário para compra continua interessante. Agora é aguardar um indicativo de alta que poderá levar o Ibovespa para a casa dos 77.000 pontos (expansão de 261,8% do Fibonacci). Podemos ter topos e fundos descendentes, a chamada correção ABC das ondas de Elliot, antes de ganhar força para atingir este patamar. Será?

Enquanto isso aproveite o seu final de semana. Até breve!

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