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Análise Técnica

07.01.2010 | 9:52

WSC – Nova versão corretiva

Publicado na(s) categoria(s) WSC, por Dalton Vieira

Olá amigos investidores e usuários do WSC,

A equipe de suporte disponibilizou ontem uma nova versão do programa visando corrigir uma falha ocorrida ao receber as cotações de 2010. Portanto, para atualizar a sua base de dados de cotações será necessário atualizar o WSC instalado no seu computador.

Procedimentos

1. Feche o WSC no seu computador;
2. Acesse o site do wsc;
3. Efetue o download do pacote de instalação (figura abaixo); e
wsc-download
4. Execute o pacote de instalação, conforme mostra este vídeo explicativo.

Simplificando

1. Efetue aqui o download do pacote de instalação; e
2. Execute o pacote de instalação, conforme mostra este vídeo explicativo.

Importante:
Após a instalação usuários do Windows Vista ou 7 devem efetuar os procedimentos exibidos neste vídeo de ajuda em todos os atalhos do programa.

Em caso de dúvidas entre em contato com a equipe de suporte do WSC, através da caixa postal contato[arrouba]winstockchart.com.br.

30.12.2009 | 20:50

Monitore a tendência das ações usando o WSC

Publicado na(s) categoria(s) WSC, por Dalton Vieira

Olá amigos e investidores,

Compartilho com vocês mais um vídeo de ajuda do WSC. Neste demonstro como usar a linha de tendência e usufruir dos seus recursos para, por exemplo, grudar na mínima ou máxima dos candles e traçar um canal de alta.
Vídeo - Linha de Tendência
Continuarei produzindo mais vídeos de ajuda deste excelente software de análise técnica.

WSC – Tire o máximo de proveito!

Acesse aos demais vídeos de ajuda do WSC através do menu lateral do blog.
WSC - Vídeos de ajuda
Desejo a todos um excelente 2010, repleto de muita saúde e lucros!

17.12.2009 | 20:48

Simplifique suas análises usando o WSC

Publicado na(s) categoria(s) WSC, por Dalton Vieira

Olá amigos e investidores,

Compartilho com vocês mais um vídeo de ajuda do WSC, onde demonstro o uso simples e prático da linha de suporte e resistência. Veja como agilizar as suas análises!
Vídeo de ajuda - WSC
Em breve publicarei outro vídeo de ajuda, explicando como usar as diversas opções de zoom neste excelente software de análise técnica.

15.12.2009 | 0:13

Saiba como adicionar uma nova ação ao WSC

Publicado na(s) categoria(s) WSC, por Dalton Vieira

No final da semana anterior as ações ordinárias da BRF Foods sofreram uma mudança no seu código de negociação. A antiga PRGA3 cedeu lugar a BRFS3. E como visualizar os gráficos desta “nova” ação no WSC?

Aproveitei este exemplo para criar um vídeo explicativo de como incluir novos ativos a sua lista de ações preferidas no WSC.
WSC - Incluir nova ação
Assista também aos outros vídeos de configuração e uso deste excelente software de análise gráfica, disponíveis através do menu wsc.

23.04.2009 | 16:30

A crise expandindo os horizontes do investidor brasileiro

Publicado na(s) categoria(s) Aprendizado, Marcos Abe, por marcosabe

A seguir um ótimo artigo do Marcos Abe, voltado ao aprendizado no mercado de ações e análise técnica.

Entre o segundo semestre de 2002 e o primeiro semestre de 2008 observamos um grande ciclo virtuoso na economia mundial. Nesse período, muitos brasileiros foram atraídos para a bolsa de valores devido aos enormes ganhos que as ações proporcionaram. Muitos ganharam dinheiro com relativa facilidade, pois o forte mercado altista possibilitava ganhos até para leigos sem um bom sistema de investimentos. Entretanto, a recente crise do subprime provocou enorme prejuízo principalmente aos investidores iniciantes que entraram na fase final desse ciclo de expansão. Investidores assustados saíram do mercado tentando salvar o que restou de seu patrimônio; outros estão rezando para o mercado voltar a subir. E outros que estavam pensando em começar a investir desistiram da ideia.

O que a maioria dos brasileiros desconhecem, é que o mercado de ações possibilita ganhos até quando está em queda. Seria quase inevitável ficar sem engolir algum prejuízo com essa reviravolta no mercado, mas tenha certeza de que há investidores ganhando rios de dinheiro com a queda das ações.

Além de comprar ações para tentar ganhar com sua possível valorização há a possibilidade de fazer operações de venda para tentar lucrar com a queda dos seus preços. Isso pode ser realizado de duas formas: efetuando vendas a descoberto ou vendas alugadas.

A venda a descoberto é um tipo de operação permitida apenas para realização de day-trades (operações iniciadas e terminadas no mesmo dia). Nesse tipo de operação o investidor vende ações que não possui em sua custódia esperando que seus preços caiam abaixo do preço de venda. Ao recomprar as ações mais barato do que vendeu, o investidor estaria lucrando com a diferença entre o valor que recebeu pela venda a descoberto e o valor que desembolsou para recomprar as ações e assim encerrar sua operação.

As operações de venda a descoberto podem ser realizadas por meio de um sistema de operações que utiliza a Análise Técnica como forma de análise das ações. A seguir, vamos estudar um exemplo.

Temos na figura ilustrativa um gráfico da PETR4 na periodicidade de 5 minutos. No ponto A encontramos o papel dentro de uma tendência de baixa fazendo um repique até a resistência dada pela média móvel de 21 períodos e o suporte rompido, anteriormente, no movimento de expansão que precedeu essa correção. Repare que esse movimento de alta se deu com candles de corpos pequenos até culminar num doji em cima da resistência. Por essa leitura dos candles vemos que o movimento de alta não possui força. O doji formado na resistência nos dá um sinal de que é possível ocorrer uma retomada do movimento de baixa a partir desse ponto.

Se fôssemos operar esse papel poderíamos vendê-lo a descoberto na perda da mínima do doji. E também poderíamos traçar a extensão alternada de Fibonacci e combiná-la com os suportes para projetarmos o alvo da operação. Veja em B que temos um suporte dado pelo gap formado na abertura do pregão, nesse dia, nas proximidades da extensão alternada de 100%. Esse seria o nosso ponto de recompra do ativo para encerrar a operação. Observe que a PETR4 atingiu justamente esse nível de preços antes de fazer nova correção do movimento de baixa. Se tivéssemos seguido o plano de ação descrito, teríamos obtido um lucro bruto próximo de 0,7% – o que é bem razoável para um day-trade.

Como as vendas a descoberto são permitidas apenas para day-trades, aqueles que desejam montar operações de venda de maior duração precisam recorrer ao aluguel de ações.

Uma operação de venda alugada consiste em alugar ações de outros investidores mediante o pagamento de uma taxa de juros anual ao doador das ações e uma taxa de intermediação à corretora. Para efetuar a operação, o investidor entra em contato com a corretora por um de seus canais de atendimento e solicita as ações. Esclarecido detalhes como quantidade de ações, taxa de juros (valor a ser pago pelo aluguel), tipo de contrato (reversível ou não-reversível) e prazo de duração do mesmo a mesa de operações da corretora se encarrega de efetuar o aluguel e colocar as ações na custódia do tomador.

Uma vez alugada as ações, o tomador pode vendê-las e recomprá-las quantas vezes quiser até três dias antes do vencimento do contrato de aluguel – devido ao prazo de liquidação de D+3. O contrato pode durar alguns meses, mas se for reversível o tomador poderá devolver as ações no momento em que achar apropriado, pagando somente a taxa de juros proporcional ao tempo em que as ações estiveram sob sua custódia. Essa taxa varia conforme a liquidez do ativo. Um ativo mais liquido como a VALE5 pode ter uma taxa de menos de 0,4% ao ano enquanto um outro menos líquido como a JBSS3 pode ter uma taxa de 8% ao ano.

No próximo exemplo, encontramos a PETR4 no período diário. Vamos ver como a Análise Técnica nos ajudaria a fazer uma operação de venda alugada neste caso.

A partir do meio do gráfico o ativo entra em tendência de baixa. No ponto A encontramos o papel corrigindo logo após romper o suporte. Essa correção sente o suporte rompido atuando como resistência e os preços formam um candle de reversão nesse ponto. Esse seria um sinal de que poderíamos iniciar uma operação de venda. Aqui também poderíamos traçar a extensão alternada de Fibonacci e descobriríamos que há um suporte em torno de R$ 32,64 logo após a extensão de 100%, conforme podemos observar em B. Esse seria nosso alvo para recomprar as ações e encerrar a operação. Então, no dia seguinte, poderíamos efetuar uma venda a descoberto na perda da mínima desse candle de reversão e em seguida alugar ações na mesma quantidade da venda realizada para nos mantermos posicionados até o alvo da operação. Conforme é possível observar, nesse caso também seríamos bem sucedidos ao recomprar as ações exatamente no alvo. O lucro bruto dessa operação seria algo próximo de 11% depois de quatro dias posicionados.

A partir desses exemplos podemos afirmar que não importa se o mercado se encontra em tendência de alta ou de baixa, mas sim sabermos aproveitar seus movimentos.

Estamos passando pela pior crise econômica desde 1929. A maioria dos investidores na ativa nunca viram coisa parecida. Como podemos constatar, a vida de muita gente foi prejudicada. Empregos foram perdidos, famílias estão em dificuldades financeiras… Contudo, é verdade quando dizem que toda crise trás oportunidades. Para os brasileiros, em especial, a crise está trazendo uma oportunidade para repensar seus conceitos e expandir seus horizontes como investidores da bolsa se valores; é uma chance de aprender a operar nos mercados em baixa assim como os norte-americanos já fazem há muito tempo.

Marcos Abe é investidor e autor do livro “Manual de Análise Técnica – Essência e Estratégias Avançadas”.

Nota:
Use o código DALTONVIEIRA no momento da compra deste livro (carrinho de compras) e ganhe 20% de desconto! Esta é uma promoção exclusiva da Novatec Editora em parceria com o blog daltonvieira.com.

06.04.2009 | 15:00

Não há caos, há volatilidade

Publicado na(s) categoria(s) Aprendizado, Carlos Debastiani, por carlosdebastiani

A seguir mais um artigo do Carlos Alberto Debastiani enviada ao blog.

O que vejo estampado no rosto das pessoas, com frequência, quando o assunto é investimentos em ações, é uma resistente e aterradora expressão de perplexidade. A maioria delas está temerosa e pessimista diante daquilo que acreditam ser o caos completo. Desoladas com o comportamento do mercado de capitais a partir do agravamento da crise financeira internacional (no decorrer do segundo semestre de 2008), juram que nunca mais irão colocar um só centavo na bolsa de valores.

No entanto, se olharmos com mais atenção para os gráficos dos principais papéis da Bovespa, nos últimos meses, o que veremos não é caos, é apenas volatilidade. Devemos entender a volatilidade como uma condição de mercado na qual uma boa parte dos investidores opera sob a pressão de mudanças bruscas e antagônicas de expectativa, ora baseadas em fatores externos, ora forçada por seu próprio descontrole. Adicione a esse contexto o apimentado tempero da completa falta de consenso sobre o rumo futuro da economia e teremos o cenário atual, onde vemos papéis que apresentam até dois dígitos de oscilação em um único pregão.

Quando afirmo que não existe caos, tomando por base as técnicas mais conhecidas de análise gráfica, quero dizer que se ele realmente tivesse se instalado no mercado, tais técnicas não funcionariam mais, pois as bases nas quais elas se fundamentam teriam perdido sua validade.

No entanto, podemos ver que todas as ferramentas de análise técnica, seja em sua vertente estatística ou empírica, continuam sendo efetivas. Não tenho encontrado nelas, nenhuma indicação de que possam falhar mais agora. Aquilo que sempre funcionou (dentro do que se considera “funcionar”, em estatística) ainda oferece o mesmo nível de resultado que oferecia antes da crise. Dessa efetividade temos inúmeros exemplos, nas mais diversas ferramentas.

Se essa é a situação, apenas nos cabe continuar a fazer o que sempre fizemos: analisar o comportamento do mercado (que continua a ser repetitivo e, portanto, razoavelmente previsível, apesar da volatilidade) para nos posicionarmos a favor dele. Talvez o que nos falta seja apenas “calibrar” nossas ferramentas de análise para operar em trades mais curtos, pois as tendências de agora se mostram bem mais curtas do que eram antes, em função da falta de consenso.

Ao contrário do que muitos imaginam, a volatilidade pode representar um momento de oportunidade, na medida em que proporciona a possibilidade de lucros rápidos. Nesse cenário volátil conseguimos ver, a cada mês, oportunidades de ganho mais elevado que antes apareciam uma ou duas vezes ao ano.

As possibilidades de ganho parecem escassas apenas para os investidores com perfil de longo prazo, que não se valem das oscilações de mercado para operar e que, em função delas, não conseguem ver seus papéis com valorização constante, como ocorria antes da crise de 2008. No entanto, até mesmo investidores com esse perfil podem se valer da volatilidade para ampliar sua carteira, aproveitando os frequentes momentos de baixa para sair às compras, já que a maioria dos papéis pode ser adquirida a preços muito baixos, pelo menos uma vez a cada mês.

Carlos Alberto Debastiani é empresário, investidor e autor dos livros “Candlestick“, “Análise Técnica de Ações” e “Avaliando Empresas, Investindo em Ações“.

29.01.2009 | 0:12

Faixa de negociação: risco ou oportunidade?

Publicado na(s) categoria(s) Aprendizado, Carlos Debastiani, por carlosdebastiani

A crise que se instalou na Bolsa de Valores de São Paulo à partir da segunda metade de 2008, e que colocou em polvorosa a grande maioria dos investidores, parece ter encontrado seu termo. Se ainda não temos altos índices de valorização e uma nova tendência de alta vigorosa e determinada (como vimos nos últimos anos), ao menos podemos observar, aliviados, que a tendência de baixa já encontrou seu nível de esgotamento (pelo menos por enquanto).

Em muitos papéis, a violenta queda que desenhava longas barras nos gráficos e verticalizava a inclinação de suas linhas de tendência, já cede lugar a uma formação bem mais horizontalizada. Boa parte das blue chips já apresenta gráficos com movimentos laterais e oscilações de certa magnitude, que demonstram não haver grande disposição para baixa, embora a desconfiança dos investidores e a fragilidade globalizada do cenário internacional ainda não possibilitem a retomada dos negócios (que certamente virá, num futuro não muito distante).

Esse tipo de movimento lateral é bastante comum após períodos de fortes quedas. Me lembro que, durante o mês de Outubro, numa reunião em família, me perguntavam o que eu achava que aconteceria com a bolsa de valores nos próximos meses. Minha previsão foi de que os preços cairiam até atingir os patamares necessários para expulsar todos os investidores comprados que não mais acreditavam no mercado. Uma vez estancada a queda provocada pelo alto volume de vendas, haveria um momento de recomposição, talvez longo, no qual o mercado iniciaria uma reavaliação do cenário e do preço justo a ser pago por cada ação. Esse momento de recomposição seria marcado por movimentos laterais e oscilações de preços, típicos de um mercado indeciso e controverso.

Os gráficos de diversos papéis têm desenhado, nos últimos meses, uma formação que chamamos de faixa de negociação. Alguns analistas a chamam de zona de congestão ou acumulação, mas eu prefiro distinguir a faixa de negociação de uma congestão ou acumulação, por entender que possuem características gráficas diferenciadas.

Numa zona de congestão ou acumulação temos baixa volatilidade e barras quase paralelas nos gráficos (é o típico “andar de lado”). Essa situação é extremamente perigosa para operar, já que não há indícios seguros sobre a vitalidade da pressão de compra ou de venda (que estão totalmente equilibradas) e muito menos sobre qual caminho os preços irão tomar depois que deixarem a região de acumulação.

Nas faixas de negociação, a volatilidade é bem maior e, dependendo de sua extensão, podem dar origem a tendências de curto prazo que permitem até obter lucro negociando com os papéis (se o perfil do investidor for de curto prazo). A faixa de negociação tem linhas visíveis de suporte e resistência e podem oscilar entre ambos por um bom tempo. Da mesma forma como ocorre com a zona de congestão, não sabemos se a faixa de negociação vai originar uma tendência de alta ou de baixa após seu término mas, enquanto isso não acontece, quem estiver disposto a correr algum risco, poderá ganhar dinheiro operando dentro dela, comprando na região de suporte e vendendo na região de resistência.

Determinar esses limites e o momento certo para operar não é tarefa fácil, nem precisa, mas existem ferramentas que permitem identificar tais pontos com relativa margem de acerto. Obviamente, a oportunidade criada pela faixa de negociação não está dissociada de certo grau de risco.

Em meu livro Análise Técnica de Ações, eu traço algumas estratégias envolvendo indicadores técnicos que costumam se comportar muito bem quando aplicados à faixas de negociação, indicando os pontos possíveis de reversão junto a suportes e resistências, particularmente o Estocástico e as Bandas de Bollinger. O indicador OBV, por sua vez, oferece um outro recurso: uma idéia aproximada sobre qual tendência o papel deverá tomar no futuro. Um acréscimo significativo no OBV indica entrada de grande volume de capital e, portanto, existência de pressão de compra, favorável à valorização do papel. De forma análoga, uma queda do OBV teria efeito indicativo contrário, já que a saída de capital forte ensejaria pressão de venda.

Vamos olhar para o gráfico de uma das principais ações do Ibovespa, a VALE5, para avaliar a extensão e a potencialidade de uma dessas faixas de negociação (abaixo).

Clique na imagem abaixo para ampliar


Note quantos topos e fundos se formaram durante os 4 meses em que o papel se encontra nessa faixa de negociação, cujos preços oscilam entre R$ 20,00 e R$ 30,00. Aliás, essa é uma peculiaridade que torna essa faixa de negociação muito interessante. Se tomarmos por base o fundo e o topo mais extremo da formação, computaremos uma lucratividade de quase 50%. Sob o ponto de vista da análise técnica, alguns fatores pesam a favor de um futuro movimento de alta:

  • A existência de fundos cada vez mais altos no decorrer do tempo.
  • A ruptura superior de um triângulo com um gap de corte, no início de Dezembro. Repare como a parede rompida do triângulo foi testada 3 dias depois. Ali formou-se uma região de suporte intermediário, que foi confirmada em 26 de Dezembro por um padrão de candles de dupla configuração (é “Harami de Fundo” e “Pinças de Fundo”, ao mesmo tempo).
  • O comportamento do OBV, que vem apresentando crescimento ao longo do tempo e formou um canal de alta. Repare que os preços que compõem o topo existente no início de Novembro/2008 são os mesmos praticados no final de Janeiro/2009, mas o OBV já está muito acima.
Vivemos um momento de hesitação no mercado brasileiro de ações. Não temos mais a pungente tendência de alta com a qual nos acostumamos no decorrer desta última década. Contudo, não adianta reclamar, é preciso encontrar soluções e novas estratégias para continuar extraindo do mercado aquilo que ele pode nos dar. Operar com objetivo de curto prazo pode ser uma delas. Acredito que muitas das faixas de negociação que estão se formando nesses últimos meses podem perdurar ainda por um bom tempo. Se analisarmos sua extensão e identificarmos ao menos um potencial mínimo de lucro, talvez possamos explorá-las.

Carlos Alberto Debastiani é empresário, investidor e autor dos livros “Candlestick“, “Análise Técnica de Ações” e “Avaliando Empresas, Investindo em Ações“.

08.10.2008 | 17:16

WSC – Aproveite a promoção da parceria!

Publicado na(s) categoria(s) WSC, por Dalton Vieira

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Saiba mais sobre o WSC.

03.09.2007 | 20:45

Princípios Essenciais

Publicado na(s) categoria(s) Análise Técnica, Aprendizado, por Dalton Vieira

Dando continuidade a série de artigos voltados para o Aprendizado da Análise Técnica, neste artigo descreverei os princípios fundamentais para fazer a análise gráfica de qualquer ação.

“A vontade de se preparar tem de ser maior que a vontade de vencer.”
BOB KNIGHT
fonte: Transformando suor em ouro – Bernadinho

Movimentos

O preço de uma ação movimenta-se somente em 03 direções. São elas:

1. Para cima
2. Para baixo
3. Lateralmente

Os preços movimentam-se para cima ou para baixo por causa de dois sentimentos impregnados no mercado financeiro: Ganância e Medo. O preço sobe devido à ganância dos compradores e medo dos vendedores. O preço cai por causa da ganância dos vendedores e medo dos compradores.

Topos e Fundos

A partir do momento que o sentimento de ganância dos compradores dá lugar ao medo e o medo dos vendedores dá lugar a ganância, então há a formação de um Topo no gráfico. Por outro lado, se o sentimento de ganância dos vendedores dá lugar ao medo e o medo dos compradores dá lugar a ganância, então há a formação de um Fundo no gráfico. Esta mudança de sentimentos dos compradores e vendedores é destacada no gráfico através do Ponto de retorno, conforme mostra a figura abaixo.


O topo é antecedido por duas ou mais barras ou candles ascendentes e é marcado após o surgimento de um ponto de retorno. O fundo é antecedido por duas ou mais barras ou candles descendentes e também é marcado após o surgimento de um ponto de retorno. O ponto de retorno é a quebra da seqüência do movimento de alta ou baixa.

A seguir exemplo da marcação dos topos e fundos no gráfico semanal do Ibovespa.


A identificação dos topos e fundos na análise técnica é essencial, pois são através deles que são definidos outros princípios importantes, como os suportes, as resistências e a tendência de uma determinada ação.

Tendência

Uma tendência de alta é definida por topos e fundos ascendentes, enquanto que uma tendência de baixa é definida por topos e fundos descendentes. Quanto maior o tempo gráfico mais importante é o significado da tendência dos preços. Portanto, a tendência do gráfico semanal é mais importante do que a do diário.

A seguir exemplo de um gráfico em tendência de alta. Perceba que os topos e fundos são mais altos que os anteriores, logo ascendentes.


A seguir exemplo de um gráfico em tendência de baixa. Perceba que os topos e fundos são mais baixos que os anteriores, logo descendentes.


Os preços também podem ficar em uma faixa de negociação chamada pelos analistas técnicos de congestão, significando uma indecisão por parte dos investidores. A congestão ocorre quando o topo atual não supera o topo anterior e o fundo atual não supera o fundo anterior. Na maior parte do tempo os preços ficam em faixas de negociação. A seguir o gráfico do Ibovespa em faixa de negociação (congestão).

Perceba que após o movimento de baixa entre o primeiro topo e fundo, destacados pela inicial maiúscula, o gráfico semanal do Ibovespa fica congestionado. Por que congestionado? Porque não há um movimento de alta superando a máxima do primeiro Topo, nem um movimento de baixa superando a mínima do primeiro Fundo. Quanto maior for o tempo que os preços permanecerem em faixa de negociação, mais importante será o rompimento da resistência ou suporte desta congestão.

Nas tendências de alta, cada subida do mercado atinge um ponto mais alto do que a anterior e cada declínio pára em um ponto mais alto do que o precedente. Nas tendências de baixa, cada declínio cai para um ponto mais baixo do que o anterior e cada subida cessa em nível mais baixo do que o precedente. Nas faixas de negociação, a maioria das subidas pára mais ou menos na mesma altura e os declínios cessam mais ou menos no mesmo ponto.

Quando há a quebra ou reversão de uma tendência de alta?

Quando há o rompimento da mínima do fundo que antecede o último movimento de alta dos topos e fundos ascendentes. A figura abaixo ilustra a quebra de um tendência de alta.


Quando há a quebra de uma tendência de baixa?

Quando há o rompimento da máxima do topo que antecede o último movimento de baixa dos topos e fundos descendentes. A figura abaixo ilustra a quebra de uma tendência de baixa. Observe que neste exemplo antes de ocorrer a quebra da tendência de baixa há um topo e fundo secundários. Eles são secundários porque estão entre a máxima e mínima do último movimento de baixa, ou seja, não superam o topo e fundo anteriores.


Quando ocorre a confirmação de uma nova tendência de alta?

Quando após a quebra da tendência de baixa há um fundo superior ao menor fundo e na seqüência ocorre uma máxima superior ao topo responsável pela quebra da tendência de baixa. Esta confirmação na análise técnica é chamada de pivô de alta. Veja exemplo na figura abaixo:


Quando ocorre a confirmação de uma nova tendência de baixa?

Quando após a quebra da tendência de alta há um topo inferior ao maior topo e na seqüência ocorre uma mínima inferior ao fundo responsável pela quebra da tendência de alta. Esta confirmação na análise técnica é chamada de pivô de baixa. Veja exemplo na figura abaixo:


Suportes e Resistências

Suporte é um nível de preço onde ocorre uma pressão compradora suficiente para interromper ou reverter um movimento de baixa. Resistência é um nível de preço onde ocorre uma pressão vendedora suficiente para interromper ou reverter um movimento de alta.

As resistências e os suportes normalmente estão localizados nos topos e fundos do gráfico, respectivamente. No topo há resistências no maior preço de fechamento e na máxima (extremo). No fundo há suportes no menor preço de fechamento e na mínima (extremo). O gráfico abaixo mostra a identificação dos pontos de resistência e suporte, como também da zona de resistência e suporte.

É melhor traçar linhas de suporte e resistência entre as bordas de áreas de congestionamento em vez de entre preços extremos. As bordas mostram onde massas de investidores mudaram de opinião, ao passo que os pontos extremos refletem apenas o pânico entre os investidores mais fracos.
ALEXANDER ELDER

Zonas de Resistência e Suporte

As zonas de resistência podem ser definidas pela região entre o maior preço de fechamento de um topo até a máxima (extremo) do mesmo, conforme destacado na figura acima. Além disso, podem também ser definidas por uma seqüência de dois os mais topos onde as bordas ou os extremos estão próximos, conforme mostra o gráfico abaixo.


As zonas de suporte podem ser definidas pela região entre o menor preço de fechamento de um fundo até a mínima (extremo) do mesmo. Além disso, podem também ser definidas por uma seqüência de dois os mais fundos onde as bordas ou os extremos estão próximos, conforme mostra o gráfico abaixo.


Mudança de Polaridade

É a conversão de uma antiga resistência em um suporte ou de um antigo suporte em uma resistência. A figura abaixo mostra a mudança de polaridade entre suporte e resistência.


Por que ocorre esta mudança de polaridade?

Imagine que quando os preços se aproximaram do suporte (ponto A) destacado na figura ao lado, você efetuou um compra. No entanto os preços continuam caindo e seu prejuízo aumentando. Você provavelmente pensará: “tomara que aconteça um retorno dos preços para que eu possa vender esta ação e encerrar esta operação com o menor prejuízo possível”. Portanto, quando os preços se aproximarem do ponto B provavelmente ocorrerá uma pressão vendedora proporcionada por outros investidores que estão em uma situação semelhante a sua, formando-se então uma resistência para subida dos preços.

Além disso, há aqueles investidores que gostariam de vender no rompimento do suporte (ponto A), mas perderam o “bonde” e ficaram só ass
istindo a queda do preço. Estes investidores provavelmente já estão pensando: “Se eu tiver uma oportunidade para entrar novamente após um retorno dos preços, com certeza eu venderei”. São estes investidores com objetivos diferentes, um querendo sair e outro querendo entrar, que formarão a pressão vendedora responsável por estabelecer uma resistência no antigo suporte.

Observe a seguir a ocorrência da mudança de polaridade no gráfico semanal do Ibovespa.


Este princípio é mencionado no excelente livro do STEVE NISON – Japanese Candlestick Charting Techniques (second edition).

Linha de Tendência

As linhas de tendência servem para identificar tendências e também funcionam como suporte ou resistência para os preços. Quanto maior for a inclinação da linha de tendência mais forte é a tendência vigente dos preços.

Quando há topos e fundos ascendentes a linha de tendência é traçada ligando as bordas ou os extremos dos fundos. Portanto temos um linha de tendência de alta. Veja o exemplo abaixo:


Quando há topos e fundos descendentes a linha de tendência é traçada ligando as bordas ou os extremos dos topos. Portanto, temos uma linha de tendência de baixa. Veja o exemplo abaixo:

A linha de tendência é muito usada pelos analistas técnicos para direcionar suas operações. Quando a inclinação da linha é para cima normalmente operam comprando. Quando a inclinação é para baixo normalmente operam vendendo. Os pontos preferidos para entrada são geralmente quando a linha de tendência é usada como suporte ou resistência.

Axioma da Intuição

“Só se pode confiar em um palpite que possa ser explicado.”
MAX GUNTHER
livro: Os axiomas de Zurique

02.09.2007 | 13:58

WTM – WSC The Market

Publicado na(s) categoria(s) WSC, por Dalton Vieira

No WTM uso bastante as ótimas funcionalidades que destaco a seguir:

Índices e Setores – com esta funcionalidade tenho a possibilidade de analisar e acompanhar o comportamento dos índices da Bovespa e também os setores da economia (veja a figura ao lado).

Em cada um destes índices e setores verifico o resumo do dia, onde tenho as maiores altas e baixas das ações que compõem o índice ou o setor selecionado. Além disso, gosto demais da parte do resumo que destaca as ações com os maiores volumes. No topo da lista estão as ações em que o volume do dia possui uma maior diferença percentual em relação à média dos últimos 30 dias.

Eu ainda posso organizar a lista usando a comparação do volume do dia com a média do ano, dos últimos 90 dias, 12 meses ou simplesmente em relação ao dia anterior. Veja na figura abaixo que a ação GFSA3 está no topo da lista, pois o volume de negociações do dia foi 120,97% superior a média dos últimos 30 dias.Usando este recurso consigo identificar oportunidades no decorrer da semana. É através do volume que conseguimos na análise técnica rastrear os passos do big ou smart money (grandes investidores). Na hora que vejo na lista ações com o volume do dia superior em 25% a média dos últimos 30 dias, já vou diretamente analisar os seus gráficos (diário, semanal e mensal) em busca de um possível sinal de entrada (alta).

Além do resumo, posso analisar os indicadores listados abaixo em cada um destes índices e setores.

Carteira de Ações – com esta funcionalidade tenho a possibilidade de controlar uma ou mais carteiras de ações. Veja na figura ao lado 3 carteiras, uma de curto prazo (Short), outra de longo (Long) e a última de exemplo (Wsc).

Em cada carteira posso registrar o capital e as minhas operações (compras e vendas), inclusive registrando os valores de stop das operações de compra. Depois de fazer os devidos lançamentos, abro o resumo da carteira para verificar como estão os meus investimentos, como você mesmo pode visualizar ao clicar na figura de exemplo abaixo.Além do resumo da carteira, eu ainda tenho a opção de verificar a rentabilidade da carteira através dos Relatórios.

Central de Notícias – a funcionalidade Notícias é basicamente um leitor RSS que me habilita a acompanhar de perto as principais notícias dos sites de minha preferência, neste caso do mercado financeiro. Veja um exemplo através da figura abaixo.
O uso dos recursos supracitados me ajudam a ter:

  • uma visão geral do mercado (cenário) através dos índices e setores.
  • um bom controle das minhas posições abertas e do capital disponível para futuros investimentos.
  • um acompanhamento das principais notícias do mercado.

Vale a pena fazer o download do pacote de instalação do WSC e usá-lo no mínimo nos 30 dias gratuitos do período de avaliação. Confira por conta própria as funcionalidades deste programa.

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